segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Assim estou...
Como acordes arrancados à força de um violino.

Gostava de me guardar em mim
recolher-me como vela sem vento
colocar o Eu na tela do abstracto...

Mas ousaste...

Tocar as cordas estáticas, tensas
pintar os acústicos desta alma
vibrar neste corpo com palavras mil...

As estrelas ainda brilham no firmamento, mas é noite.

José Apolónia  12/12/11




sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


Assim estou…
Como gota de orvalho em folha pintada de Outono.

Oscilo na dúvida.

De me evaporar
Num raio de luz
Desaparecer…
Ou
Despenhar-me
No abismo
Alimentar as tuas raízes…

José Apolónia      09/12/11

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Em meus olhos nasceu um Oceano, Em queda pelas íngremes escarpas, Encontrou na forma serena de um lago, A paz do amor.

J.A.  2011