Sou um simples adeus,
uma folha ao vento
O respingar da rebentação,
o vento que passa.
A água que se te escapa,
quando me bebes à mão
Sou o fogo que te consome,
na memória, no coração
Sou a estrela que te dá o rumo,
o pirilampo que te alumia
na noite escura e sombria
Sou tudo, não sendo nada
tronco do desespero que agarras
quando tendes tudo, é nada
Sou árvore de Outono, Diospireiro
despido de roupagem, nu de tudo
menos do fruto, do amor da cor
Sou Árvore, sou Diospireiro, sou Eu...
José Apolónia 14/12/11
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Assim estou...
Como acordes arrancados à força de um violino.
Gostava de me guardar em mim
recolher-me como vela sem vento
colocar o Eu na tela do abstracto...
Mas ousaste...
Tocar as cordas estáticas, tensas
pintar os acústicos desta alma
vibrar neste corpo com palavras mil...
As estrelas ainda brilham no firmamento, mas é noite.
José Apolónia 12/12/11
Como acordes arrancados à força de um violino.
Gostava de me guardar em mim
recolher-me como vela sem vento
colocar o Eu na tela do abstracto...
Mas ousaste...
Tocar as cordas estáticas, tensas
pintar os acústicos desta alma
vibrar neste corpo com palavras mil...
As estrelas ainda brilham no firmamento, mas é noite.
José Apolónia 12/12/11
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