queimam as memórias
e o frio anoitece
com gumes afiados
salvam-se os troncos
das árvores caídas
que no mar flutuam
não tem frio
mas tem cor negra
não tem rumo
mas tem desesperança
e a manhã nasce
todos os dias
a horas incertas
anoitece....sempre
que queimam as memórias...
José Apolónia 08//01/12
domingo, 8 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
DOLOROSA DESPEDIDA
DOLOROSA DESPEDIDA
O Sol brilha algures, não aqui
É noite, reinam as estrelas
A lua no seu quarto adormeceu
O poeta que em mim aconteceu
Grita, brada aos céus em silêncio
Pela calada da noite, corre um Rio
Água quente que se me escapa
Lágrimas, uma torrente de lágrimas
Por onde navego as memórias de ti
A quem confiei, meu ainda tenro rebento
Partiste mas tenho-te em mim
Teu sorriso, tuas falas, tua transparência
Foste (e és) Mãe, Avó e uma GRANDE AMIGA
Agradeço teres acontecido nas nossas vidas
José Apolónia 05/01/12
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
SORRISO AO MADRUGAR
Gostava...
de me dedilhar
em versos
palavras, desenhadas
talvez até palradas
ou numa tela
ouvir-me, sentir-me
mais...
Um pouco mais
Eu !
nascer, explosão
ou, morrer a amar
o desabrochar
da flor,
do dia a despontar
do sorriso ao madrugar
mas a verdade, a verdade
é que morro ao viver
as palavras...
Escuta... as palavras
naufragadas no Mar
que sereno está
ao luar, este luar...
José Apolónia 22/12/11
Gostava...
de me dedilhar
em versos
palavras, desenhadas
talvez até palradas
ou numa tela
ouvir-me, sentir-me
mais...
Um pouco mais
Eu !
nascer, explosão
ou, morrer a amar
o desabrochar
da flor,
do dia a despontar
do sorriso ao madrugar
mas a verdade, a verdade
é que morro ao viver
as palavras...
Escuta... as palavras
naufragadas no Mar
que sereno está
ao luar, este luar...
José Apolónia 22/12/11
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