O Sol
despenha-se
pelo Rio
num Mar
de Estrelas
cintilantes
brincam
como
crianças
no embalo
e
lembra-me
teus olhos
afluentes
do teu olhar
radioso
tua boca
Oceano
do teu sorriso
de aMar
por onde navego
J. A. 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O meu Amor flui...
O meu Amor flui
corre como um Rio
teu coração a foz
de suas margens emana o perfume
das flores floridas, primavera
e meu Amor flui
teu coração o estuário
barcos que navegam à vela
brisas que sopram do teu sorriso
e o Mar pano de fundo, agita-se
reclama, reclama-nos
na viagem por fazer
é tarde... e é cedo...
bandos de pétalas esvoaçam
do seu canto chove uma sinfonia
meu Amor flui e corre
em meu coração um rio
de lava, esquenta...
este aMar por onde me perco
na asa que me suporta
José Apolónia 17/01/12
corre como um Rio
teu coração a foz
de suas margens emana o perfume
das flores floridas, primavera
e meu Amor flui
teu coração o estuário
barcos que navegam à vela
brisas que sopram do teu sorriso
e o Mar pano de fundo, agita-se
reclama, reclama-nos
na viagem por fazer
é tarde... e é cedo...
bandos de pétalas esvoaçam
do seu canto chove uma sinfonia
meu Amor flui e corre
em meu coração um rio
de lava, esquenta...
este aMar por onde me perco
na asa que me suporta
José Apolónia 17/01/12
sábado, 14 de janeiro de 2012
Reticências
Reticências
Podia dizer muito
podia dizer nada
ficar calada
ausente...
Pois é na ausência que permaneço
é na ausência que sinto
que ainda que presente
o silêncio assola...
Todos os sentimentos
sentidos...
ou ausentes.
É na vida que permanece
naquilo que nos consome
no que nos faz
ou que nos quer fazer...
ao que nos transporta
a ilusão
da verdade
na razão do estranho...
estranho?
Quanto fica por dizer...
guardo, guardo tudo!
Daniela Lebre 14/01/2012
Podia dizer muito
podia dizer nada
ficar calada
ausente...
Pois é na ausência que permaneço
é na ausência que sinto
que ainda que presente
o silêncio assola...
Todos os sentimentos
sentidos...
ou ausentes.
É na vida que permanece
naquilo que nos consome
no que nos faz
ou que nos quer fazer...
ao que nos transporta
a ilusão
da verdade
na razão do estranho...
estranho?
Quanto fica por dizer...
guardo, guardo tudo!
Daniela Lebre 14/01/2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)