Meu coração bate forte
a tua ausência (a)MAR
que sinto na fria maresia
como espuma que esfuma
Enquanto por ti caminho
a cabeça esquenta, ao Sol
e os pés frescos de ti
alados por um desalinho
Transportam na fria brisa
um AMOR que de tão fino
se perpetua em meu peito
que desfeito chora, alegria.
Lágrimas de (a)MAR, salgadas
soltam-se quando te despenhas
por todo o meu corpo, sequioso
apenas de ti...
José Apolónia 18/06/13
terça-feira, 18 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
MURMÚRIOS DO (A)MAR...
MURMÚRIOS DO (A)MAR...
Acabou a Primavera
as folhas tingem-se
com as tuas cores
quando por elas caminho
ainda bebo a água fresca
nas mesmas fontes
e o Mar murmura de cor
palavras tuas, minhas
na rebentação, as cores o cheiro
das flores que despontaram
e ainda que assim te sinta nua
despida de pétala alguma
sinto que o que por ti nutri
não foi pecado foi Amor
abençoado por um Mar
que o levou, na tormenta
naufraguei e sobrevivi ...
José Apolónia 14/06/2013
Acabou a Primavera
as folhas tingem-se
com as tuas cores
quando por elas caminho
ainda bebo a água fresca
nas mesmas fontes
e o Mar murmura de cor
palavras tuas, minhas
na rebentação, as cores o cheiro
das flores que despontaram
e ainda que assim te sinta nua
despida de pétala alguma
sinto que o que por ti nutri
não foi pecado foi Amor
abençoado por um Mar
que o levou, na tormenta
naufraguei e sobrevivi ...
José Apolónia 14/06/2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
EM SILÊNCIO...
EM SILÊNCIO...
O silêncio que urge no seu todo
é quebrado sistematicamente
Um pássaro a esvoaçar
a penumbra da noite
quebra-se no seu peito
coberto de apenas branco
dos meus olhos, urge o silêncio
São palavras que me falam
escapam de ruídos mudos
que navegam pela noite
um cabo que se agita no mastro
a água que chapinha pelo casco
É um silêncio quebrado
em silêncio, percebo
todo o silêncio
que se cala em mim.
José Apolónia 12/06/13
O silêncio que urge no seu todo
é quebrado sistematicamente
Um pássaro a esvoaçar
a penumbra da noite
quebra-se no seu peito
coberto de apenas branco
dos meus olhos, urge o silêncio
São palavras que me falam
escapam de ruídos mudos
que navegam pela noite
um cabo que se agita no mastro
a água que chapinha pelo casco
É um silêncio quebrado
em silêncio, percebo
todo o silêncio
que se cala em mim.
José Apolónia 12/06/13
Subscrever:
Mensagens (Atom)